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Amazon, e-Bay e Alibaba concentram 64% das compras

Por: - 4 anos atrás

Ao comprar em sites estrangeiros, consumidores brasileiros priorizam grandes nomes

Prêmio BR Week reconhece líderes do varejo

Por: - 4 anos atrás

Reconhecimento às empresas de melhor desempenho aconteceu na abertura do BR Week 2015. Confira!

Amazon cresce 20% e consegue lucro

Por: - 4 anos atrás

A varejista consegue operar no azul no segundo trimestre, segundo dados divulgados hoje (23)

Qual será o seu retrato em 2015?

Por: - 5 anos atrás

O próximo ano será difícil. Para praticamente todos os setores, salvo para os inovadores disruptivos e os grandes leitores de tendências que conseguirão ter a fortuna de lançar ideias no timing correto, a próxima jornada será dura e intensa. Sorte e oportunidade normalmente não andam juntas mas eventualmente encontram-se. E talvez para a maior parte dos executivos é melhor acreditar no trabalho e na própria capacidade de execução. Pois bem, nesse contexto, logo no início de 2015 o mercado varejista estará em larga medida com as atenções voltadas para o evento da NRF Big Show em Nova York. Este ano, o evento traz como tema principal ?o grande retrato? (Big Picture). A perspectiva aqui engloba o panorama de recuperação da economia americana, o impulso inovador gerado por centenas de novos negócios disruptivos, o efeito Amazon que ?compra market share?, impulsiona transações em escala exponencial e solapa margens dos varejistas tradicionais e multicanais. Mas o tema central também incorpora a visão de milhares de participantes internacionais e suas particularidades. A Europa com seus dilemas e a economia em estado conflitivo, vergada pela crença no estado de bem-estar social que não se sustenta sob a lógica competitiva atual. O Japão com suas contradições, ainda apostando timidamente no triunfo da Abenomics, o programa de modernização econômica promovido pelo primeiro-ministro Shinzo Abe. A China, desacelerando o seu papel de fábrica do mundo e procurando criar marcas globais e disseminar o seu ?discipline power? em mercados emergentes. E o Brasil… Bem, o Brasil estará na NRF lambendo as feridas de um ciclo de quatro anos de crescimento frustrado e ansioso por saber a dimensão da correção de rumos que será forçosamente empreendida na economia. O país anda dependerá do motor varejista para respirar algum crescimento. Mas precisará dar condições aos diversos atores de mercado ? indústria, serviços, infraestrutura, energia, agronegócio, novos negócios ? de florescerem com maior estabilidade de regras, segurança jurídica e menos políticas compensatórias (que descompensam setores laterais e desorganizam a ordem econômica). O início do ano será o momento de cada varejista construir a moldura que irá conter o retrato de seu negócio nos 12 meses de 2015. Pode ser um ano ?mais do mesmo?. Pode ser um ano onde investir não faça sentido, diante da probabilidade de uma performance econômica débil. Mas esse pensamento conservador não será adotado por todos. O que a NRF irá mostrar ? e o que os participantes do Grupo BTR NOVAREJO terão melhores instrumentos analíticos para compreender e aplicar em seus negócios ? é um conjunto robusto de ideias, táticas, estratégias, tecnologias e práticas que podem ser aplicadas na totalidade ou em parte, adaptadas ou aprimoradas nos mais diversos segmentos varejistas para permitir a conquista de resultados expressivos.A NRF é sempre um ?grande retrato? de possibilidades que permitem redimensionar negócios no varejo. Difícil é sistematizar esse variado rol de conhecimentos de forma lógica, que faça sentido para quem precisa lidar com a realidade dura e muitas vezes hostil do nosso Brasil. Claro que o país é um dos maiores mercados consumidores do mundo, com grande potencial de crescimento e com empresas de excelente capacidade de execução. Mas nossas peculiaridades e nossa cultura um tanto complacente muitas vezes formam obstáculos que parecem intransponíveis. Parecem. A nossa missão, no Grupo BTR NOVAREJO é proporcionar um entendimento superior apoiado em mais análises, ângulos mais originais e provocativos da imensa quantidade de conteúdos oferecidos pelo ?grande retrato? da NRF. Por extensão, queremos que os varejistas, participantes de nossa delegação e interessados no conteúdo que iremos gerar e compartilhar nos diversos eventos Pós-NRF e em nossos meios ? revista NOVAREJO, Portal NOVAREJO, redes sociais e novos eventos ? possam construir suas próprias molduras e expor retratos de grandes conquistas ao final de 2015.Além de um trabalho mais ainda consistente em nosso Insights & Analytics Review, faremos um relatório mais apurado de visitas técnicas realizadas em operações varejistas fora da curva e teremos ainda notáveis conteúdos de dois renomados professores de Harvard: Rajiv Lal, uma das maiores autoridades mundiais em marketing e gestão de varejo e Aldo Musacchio, um especialista global em desenho de cenários para mercados emergentes. Além deles, teremos novas informações sobre o atual estágio de desenvolvimento e expansão mundial da Amazon. Sim, a gigante do e-commerce, máquina transacional, ainda vai bater de frente com o seu negócio. Nossa ideia é ajuda-lo a não ser atropelado pela força competitiva do varejista que declara que ?a sua margem é a nossa oportunidade?. O retrato rascunhado para o próximo ano pode não ser bonito. Mas informação qualificada, análise mais apurada, histórias mais bem construídas, conteúdos mais qualificados, inteligência derivada do compartilhamento de informações com especialistas globais e locais podem fazer com que você participe NRF em 2016 exibindo um retrato repleto de vitórias. *Jacques Meir é Diretor de Conhecimento e Plataformas de Conteúdo do Grupo Padrão.

Amazon aumenta mix em 43% no Natal

Por: - 5 anos atrás

Varejista colocou mais produtos no site no último trimestre do que em todo o primeiro semestre

Lucro: objetivo ou falácia?

Por: - 6 anos atrás

Nem lucro e nem ROI, a palavra chave para os negócios hoje é movimento. A era da convergência de canais de compra, do novo consumidor, mais consciente e crítico, das redes sociais e da concorrência muitas vezes desleal nos leva a perceber que, assim como o corpo humano, os negócios precisam ?se mexer para crescer? Esse novo cenário nos obriga a inverter alguns valores, antes imutáveis e quebrar paradigmas que já não fazem sentido. E o grande expoente dessa nova situação é a empresa que faz todo o resto parecer tolo e obsoleto: a Amazon. No seu caminho para o ?domínio? de todas as esferas do mercado de e-commerce (varejo, logística, informação e qualquer outra frente que a empresa possa considerar um modelo de negócio relevante), a Amazon nos ensina que lucrar nem sempre é a rota do sucesso. A equação é simples: a empresa opera sem lucro, o dinheiro é gerado com as transações. Parece utópico, para muitos é uma falácia, mas o fato é que isso chacoalha o mercado e sua maneira de encarar o tão perseguido (e talvez superestimado?) lucro. É como no futebol, em que permanecer por muito tempo no mesmo time não é tão lucrativo quanto uma negociação para mudança de equipe. Ou seja, jogadores e empresários ganham dinheiro mesmo com a compra e venda. Como a Amazon. Por mais longe da nossa realidade que isso possa parecer, talvez esteja na hora de levar esse modelo mais a sério, considerar suas implicações futuras e, mais importante, trabalhar em prol de ativos como logística, atendimento, relacionamento, mais do que apenas insistir meramente no possivelmente datado lucro. * Paula Furlan é Editora de Conteúdo Online.

Eles querem prever o futuro

Por: - 6 anos atrás

Com gigantes do e- Commerce Como Amazon.com, Ebay, e Google desafiando os modelos de negócios preestabelecidos, os varejistas precisam de adaptação. O tema foi discutido durante o Sap Retrail Forum 2013 em, em Dallas.