Tecnologia

A transformação e o crescimento do varejo brasileiro

Por: - 5 anos atrás

“O cliente já é omnichannel, independente de sua empresa estar adaptada ou não”, afirma Fábio Boucinhas, Diretor da Boucinhas Consultoria O Seminário de Investimentos NOVAREJO recebeu o diretor da Boucinhas Consultoria, Fábio Boucinhas, para dar um raio-x com os números, resultados e perspectivas do varejo brasileiro. Este segmento teve grande crescimento nos últimos cinco anos; tornou-se um mercado referente, com consolidações baseadas em fundos de Private Equity. Fábio cita a expansão do mercado de luxo que ocorre desde o ano passado. “O shopping JK Iguatemi, Cidade Jardim, marcas como TopShop, Vans, Prada, Sephora, e até as marcas que já estavam no Brasil, como a Zara, ganharam força no mercado”.

Tecnologia pode auxiliar a diminuir o número de trocas

Por: - 6 anos atrás

A troca pode ser realizada em até sete dias não apenas em decorrência de defeito, mas também por qualquer tipo de insatisfação. Mas isso é caro para o varejista

Tecnologia – De dentro para fora

Por: - 6 anos atrás

ESTUDO FEITO A PEDIDO DO CENTRO DE INTELIGÊNCIA PADRÃO PARA A REVISTA NOVAREJO, COM COORDENAÇÃO TÉCNICA DA CONSULTORIA E-CONSULTING, MOSTRA QUE O VAREJO BRASILEIRO ESTÁ DE OLHO NAS TECNOLOGIAS MAIS MODERNAS PARA O PONTO DE VENDA, MAS INVESTE MESMO É NO BACK OFFICE

A realidade das tecnologias no varejo

Por: - 6 anos atrás

Será que o varejo brasileiro está preparado para investir em tecnologia e adotar novas soluções para incrementar seus negócios?

Bematech e Samsung: parceria leva soluções móveis para o varejo brasileiro

Por: - 6 anos atrás

Aliança abre novas possibilidades para ambas as empresas. Bematech incrementa portfólio com soluções móveis e Samsung amplia atuação no mercado varejista e hoteleiro

Quer vender? Então, mova-se.

Por: - 6 anos atrás

Nenhum setor hoje tem sido mais receptivo às novas tecnologias do que o setor de varejo. A mobilidade é o suprassumo de toda inovação e combustível para novas receitas, agilidade e engajamento do cliente. Nos EUA as lojas já se comportam como sites, acompanhando de perto seus clientes enquanto eles navegam com seu smartphone ? inclusive enviando sugestões de produtos em tempo real.

Céu azul para o novo varejo

Por: - 6 anos atrás

Buscar sempre a melhor experiência de compra. O desafio é antigo, mas o contexto atual, com toda a sua abrangência e complexidade de canais que se multiplicam a cada dia, termina por impor ao varejista a missão de montar um complexo ?quebra-cabeça? que possa realmente efetivar a convergência de forma a proporcionar uma experiência única e satisfatória e, é claro, vender mais. No caso do varejo físico, um símbolo deste novo conceito é o The Grove, em Los Angeles, hoje um campeão em rentabilidade na relação volume de vendas por metro quadrado nos Estados Unidos. Mais do que fugir do conceito tradicional de Shopping Center, The Grove é uma minicidade, um espaço de convivência a céu aberto, que vai muito além de proporcionar apenas uma experiência prazerosa de compras.   Lá, as pessoas tem por finalidade principal a socialização. Vão para passear, namorar, encontrar amigos e passar bons momentos. Comprar não é a finalidade principal, mas faz parte do programa da família! Engana-se aquele que imagina que a proposta é despretensiosa. Por trás do despojamento e da informalidade destes espaços muito bem criados e arquitetados, os varejistas se apropriam dos Beacons, que utilizam conexões para reconhecer a localização de seus clientes dentro destes espaços e oferecer-lhe, através de dispositivos móveis, uma oferta totalmente personalizada e atrativa. Este é um exemplo claro de o varejo tradicional pode reinventar-se como contraponto ao forte desenvolvimento do varejo on-line nos últimos anos. É Importante destacar que isso não se trata de concorrência ou canibalização de canais, mas de convergência pura e simples em busca  sempre de uma experiência de compra mais prazerosa. Para que isso ocorra, seja por meio do varejo tradicional agora de roupa nova ou do e-commerce, o desafio é o mesmo: conseguir implementar estratégias de Marketing One-to-One que propiciem a fidelização e retenção do público-alvo. É neste momento que entra o conceito do Big Data e o processamento de informações. Como a imensa maioria das informações que trafegam na internet e redes sociais é formada por dados não estruturados, as ferramentas analíticas se tornam extremamente necessárias para descobrir os desejos do cliente e refinar a oferta de mercadorias e serviços. Com o emprego de métodos como datamining em gigantescos bancos de dados hospedados na nuvem, a busca é por um padrão de comportamento que gere uma ação personalizada, efetiva e não invasiva. No exemplo da  Amazon, ela é ainda pró-ativa o suficiente para, mediante um sistema de ?Anticipatory shipping?, cruzar diversos dados como histórico de buscas, frequência de compras, tipo de compras, wish lists e até o tempo que o cursor fica parado sobre a foto do produto, para interpretar uma compra eminente, disparando um pedido que caso não seja efetivado, simplesmente voltará para o armazém. Personalização ou invasão de privacidade?O limite ainda é tênue e objeto de discussões, obrigando muitas vezes os varejistas a recuar em ofertas, que embora assertivas, possam transpassar o limite de informação que um consumidor está disposto a ter desvelado. O cenário da convergência de canais no varejo está em constante evolução e novas tecnologias aparecem todos os dias. É preciso estar atento para além dos modismos e considerar que qualquer iniciativa bem sucedida deve estar ancorada em um modelo sólido de transformação que inclua a adequação prévia dos processos, como única forma de garantir que aquela oferta altamente personalizada que eu aceitei chegue na minha porta. Marcio Caputo é vice-presidente e Fernando Gamboa, diretor sênior do Grupo ASSA

Perde-se uma semana de trabalho por ano por conta de tecnologias defasadas

Por: - 6 anos atrás

Gastos com reparos podem igualar ou exceder o investimento em PCs novos, além das quarenta e duas horas de trabalho são perdidas quando um PC mais antigo precisa de reparos

Como a tecnologia pode ser bem aproveitada pelo vendedor?

Por: - 6 anos atrás

É quase uma oração! Nove entre dez vendedores dizem que o sistema não serve para eles, pois estes não têm tempo a perder com atualização de informações. ?Meu lugar é na rua com o cliente, não sentado à frente de um computador?

Análise de dados do cliente: segredo do sucesso

Por: - 6 anos atrás

Uma entrevista bem informal envolvendo o co-CEO da Warby Parker, David Gilboa, e Noah Robischon, editor executivo da Fast Company mostrou vários aspectos que consagraram a ótica nova-iorquina e a tornaram um autêntico cult na cidade. A empresa praticamente replicou o conceito da Apple no varejo eletrônico, para o tradicional e até antiquado modelo de varejo de óticas. O sucesso meteórico propiciou à empresa mais um recente aporte de investidores de U$ 60 milhões. Este aporte faz com que a empresa já possa ser avaliada, com apenas 2 lojas, em mais de meio bilhão de dólares. Realmente impressionante para uma startup.