Gestão

GPTW e NOVAREJO premiarão os melhores empregadores varejistas do Brasil

Por: - 5 anos atrás

Varejistas que aplicam as práticas mais eficazes de gestão de pessoas já podem participar do ?Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar GPTW NOVAREJO?; inscrições vão até 30 de abril

Mobile Commerce: o jogo da vez para o e-commerce

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O avanço do comércio online tem um nome: m-commerce. A Nokia soube muito bem como integrar sua plataforma online de vendas a seus aplicativos e colocou seus produtos, de vez, na palma da mão do consumidor

Magazine Luiza sai do prejuízo e triplica lucro

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Segundo a empresa, resultados foram obtidos com um bom desempenho tanto no segmento de varejo como nas operações ligadas ao Luizacred

Campanhas de relacionamento ampliam faturamento da Coop

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O resultado é fruto de um trabalho diferenciado, Já que a competição acirrada faz com que as práticas tradicionais de abordagem já não produzam os mesmos resultados em razão da diversidade de produtos e serviços oferecidos

Rakuten pretende crescer 150% no Brasil com plataformas

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Plataforma para construção de lojas virtuais de médio e grande porte, antiga Ikeda, foi comprada em 2011 e hoje atende por Rakuten Plataformas

Loja do futuro chega ao presente

Por: - 5 anos atrás

Qual varejista não quer conhecer bem o cliente que recebe em sua loja e ter a oportunidade de cercá-lo daquilo que mais o interessa, oferecendo um atendimento envolvente que proporciona a compra por impulso?

Todo poder ao cliente

Por: - 5 anos atrás

Recentemente, fui palestrante na 103ª National Retail Federation (NRF), que aconteceu em janeiro, em Nova York. Esse é um dos principais eventos de varejo do mundo e durante a feira vimos coisas muito interessantes, de novidades e tendências, que quero compartilhar com você.Algo que mais me chamou a atenção, é que, apesar de muita novidade em termos de parafernália tecnológica, para experiência no PDV, check out, leitura de emoções do cliente etc, nunca antes tanto se falou da necessidade de servir, atender e surpreender o cliente, num relacionamento pessoa a pessoa. A partir disso, podemos dividir alguns aprendizados. A compra é secundária Cada vez mais, as pessoas não querem simplesmente fazer uma compra, elas querem viver um bom momento, ter uma experiência, se engajar em uma causa, e isso vale para o online e o offline. Novo consumidor Com tantos devices disponíveis, o novo consumidor, mais do que nunca, tem poder! Isso quer dizer que ele tem informação sobre seu produto, seu negócio, sobre mercado e concorrência, 24 por 7. A empresa, e especialmente sua linha de frente, os vendedores, têm que estar prontos para esse consumidor super preparado. Cross online/ off-line De maneira geral, quem não é da geração Y, e nasceu pré mundo online, insiste em pensar que a loja virtual tem que reproduzir o ambiente offline, já consolidado e que provou sucesso. Não é só isso. O offline também tem muito o que copiar das ferramentas de e-commerce, por exemplo. Quando você é um cliente da Amazon, por exemplo, e retorna ao site, é recebido por uma página customizada, preparada só para você. O Google, customiza seu doodle para o internauta, no dia do aniversário. O varejo offline tem que investir em conhecer seus clientes, hábitos e gostos para, cada vez mais, agir no detalhe, e não se basear na média dos consumidores. Olhe para dentro Ainda que seja óbvio, não custa repetir: isso tudo só vai funcionar se a sua empresa investe em pessoas, nas suas equipes, na sua linha de frente com o cliente. Quanto mais preparado e motivado, mais seu funcionário vai defender a empresa como sua causa. 

Campanhas na época da Copa requerem cuidados para evitar processos jurídicos

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Entre as penalidades aplicadas a quem não cumpre essas normas, estão a interrupção imediata da campanha publicitária e pagamento de indenização, além de outras consequências e a possibilidade de enquadramento como crime

Meta fiscal do Brasil está em linha com perspectiva de rating

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Um superávit primário de 1,9 por cento do PIB pode ser suficiente para evitar uma deterioração nos indicadores de dívida do Brasil, que devem se manter próximos a 60 por cento do PIB, não apresentando melhora significativa em relação ao ano passado

Lojas Renner promove a inclusão no e-commerce

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Varejista de moda é a primeira a oferecer os benefícios do eSSENTIAL Accessibility

Giuliana Flores aposta em entrega em até 3 horas

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Empresa encerrou o ano com crescimento de 30% em seu faturamento. Mais de 63 mil pessoas compraram no site em 2013, que investiu em infraestrutura e marketing A Giuliana Flores, líder em vendas de flores pela Internet, encerrou o ano de 2013 com um aumento de 30% em seu faturamento, tendo como principais fatores o investimento em ações de marketing e campanhas em diversas mídias, on e offline. A expectativa é crescer pelo menos 35% no próximo ano. Entre as mudanças que beneficiaram a empresa e seus clientes em 2013 estão o investimento em infraestrutura, com a otimização de envio de SMS e ampliação de servidores, que comportam um número maior de acessos. No ano passado, mais de 63 mil pessoas compraram na Giuliana Flores. ?Agregamos novos processos e parceiros em 2013, investimos em melhorias no Mobile, que é uma tendência no cenário atual, entre outros fatores que geraram uma navegabilidade mais fácil e agilidade na entrega dos pedidos, refletindo em nosso bom desempenho?, afirma Juliano Souza, gerente de marketing. Para 2014, a empresa continua investindo em ações e campanhas pontuais, com o novo jingle ?Acessou, comprou, chegou, sorriu?, a ser veiculado nas rádios Nova Brasil e Alpha FM. Também deve haver ampliação do catálogo de produtos e da logística. ?A maior aposta é o programa ?Same Day?, que promete entregar o pedido em até três horas, em qualquer lugar do país, além de aumentar de 9 mil para 12 mil opções de presentes para qualquer ocasião?, completa Souza.

Céu azul para o novo varejo

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Buscar sempre a melhor experiência de compra. O desafio é antigo, mas o contexto atual, com toda a sua abrangência e complexidade de canais que se multiplicam a cada dia, termina por impor ao varejista a missão de montar um complexo ?quebra-cabeça? que possa realmente efetivar a convergência de forma a proporcionar uma experiência única e satisfatória e, é claro, vender mais. No caso do varejo físico, um símbolo deste novo conceito é o The Grove, em Los Angeles, hoje um campeão em rentabilidade na relação volume de vendas por metro quadrado nos Estados Unidos. Mais do que fugir do conceito tradicional de Shopping Center, The Grove é uma minicidade, um espaço de convivência a céu aberto, que vai muito além de proporcionar apenas uma experiência prazerosa de compras.   Lá, as pessoas tem por finalidade principal a socialização. Vão para passear, namorar, encontrar amigos e passar bons momentos. Comprar não é a finalidade principal, mas faz parte do programa da família! Engana-se aquele que imagina que a proposta é despretensiosa. Por trás do despojamento e da informalidade destes espaços muito bem criados e arquitetados, os varejistas se apropriam dos Beacons, que utilizam conexões para reconhecer a localização de seus clientes dentro destes espaços e oferecer-lhe, através de dispositivos móveis, uma oferta totalmente personalizada e atrativa. Este é um exemplo claro de o varejo tradicional pode reinventar-se como contraponto ao forte desenvolvimento do varejo on-line nos últimos anos. É Importante destacar que isso não se trata de concorrência ou canibalização de canais, mas de convergência pura e simples em busca  sempre de uma experiência de compra mais prazerosa. Para que isso ocorra, seja por meio do varejo tradicional agora de roupa nova ou do e-commerce, o desafio é o mesmo: conseguir implementar estratégias de Marketing One-to-One que propiciem a fidelização e retenção do público-alvo. É neste momento que entra o conceito do Big Data e o processamento de informações. Como a imensa maioria das informações que trafegam na internet e redes sociais é formada por dados não estruturados, as ferramentas analíticas se tornam extremamente necessárias para descobrir os desejos do cliente e refinar a oferta de mercadorias e serviços. Com o emprego de métodos como datamining em gigantescos bancos de dados hospedados na nuvem, a busca é por um padrão de comportamento que gere uma ação personalizada, efetiva e não invasiva. No exemplo da  Amazon, ela é ainda pró-ativa o suficiente para, mediante um sistema de ?Anticipatory shipping?, cruzar diversos dados como histórico de buscas, frequência de compras, tipo de compras, wish lists e até o tempo que o cursor fica parado sobre a foto do produto, para interpretar uma compra eminente, disparando um pedido que caso não seja efetivado, simplesmente voltará para o armazém. Personalização ou invasão de privacidade?O limite ainda é tênue e objeto de discussões, obrigando muitas vezes os varejistas a recuar em ofertas, que embora assertivas, possam transpassar o limite de informação que um consumidor está disposto a ter desvelado. O cenário da convergência de canais no varejo está em constante evolução e novas tecnologias aparecem todos os dias. É preciso estar atento para além dos modismos e considerar que qualquer iniciativa bem sucedida deve estar ancorada em um modelo sólido de transformação que inclua a adequação prévia dos processos, como única forma de garantir que aquela oferta altamente personalizada que eu aceitei chegue na minha porta. Marcio Caputo é vice-presidente e Fernando Gamboa, diretor sênior do Grupo ASSA