Por que os supermercados sofreram formatação nos últimos anos?

A criação de novos formatos para os supermercados passa por proposta de valor, experiência e identidade cada vez mais claras. Entenda como o setor teve de se adaptar

Crédito: Douglas Luccena

A mudança de comportamento do consumidor é o principal fator para o varejo se reinventar de tempos em tempos. Da mesma forma que invenções como a internet causaram impactos nos negócios em praticamente todos os setores, o ambiente econômico também é capaz de transformar o consumo e mudar drasticamente modelos de negócio. O segmento de supermercados, historicamente o de maior peso nos resultados de vendas do varejo brasileiro, se desdobrou para criar novos formatos durante a crise econômica que o Brasil enfrentou nos últimos anos.

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Em 2015, houve retração de 1,9% nas vendas dos supermercados. No ano seguinte, o segmento apresentou aumento de 1,5%, porém, já vinha de base negativa. Em 2017, o crescimento foi menor, de 1,2%, mas a sequência positiva era considerada pelos supermercadistas uma boa notícia, de acordo com os dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados).

Durante esse período, surgiram alguns formatos novos. O hipermercado entrou em decadência, dando lugar ao fenômeno do atacarejo, e as lojas de proximidade (ou de bairro) ganharam extrema relevância no escopo operacional das varejistas, se ramificando em algumas frentes antes inexploradas.

“Quando você tem um momento de crise, as pessoas se adaptam à inflação e à situação político-econômica do Brasil. Dentro do segmento, nessas épocas, prevalecem os formatos que conseguem ofertar melhores preços”, afirma o especialista em varejo, Bruno Henrique de Oliveira, sócio da consultoria Falconi.

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